De Mario Quintana, livro Nariz de Vidro:
"Se me amas, ama-me baixinho,
nao o grites de cima dos telhados,
deixe em paz os passarinhos,
deixe em paz a mim;
se me queres, tem de ser devagarinho, amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda."






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